Como Foi a Gestação de Lívia Antes do Parto?
Lívia Gonçalves, 37 anos, já havia enfrentado endometriose e uma cirurgia antes de conseguir engravidar. Durante a gravidez, recebeu o diagnóstico de colo do útero curto, o que a colocou em risco de parto prematuro. Ela passou por uma cerclagem, ficou em repouso da 24ª à 36ª semana e usou medicamentos para reduzir o risco. "Rezávamos todas as noites e agradecíamos por mais um dia com ela na barriga", lembra.
Quais Foram os Primeiros Sinais da Depressão Pós-Parto?
Depois que Liz nasceu, a rotina foi intensa. A bebê tinha cólicas fortes, foi diagnosticada com alergia à proteína do leite e chegava a acordar mais de dez vezes por noite. Para continuar amamentando, Lívia fez uma dieta restritiva e levou mais de um ano para recuperar suas vitaminas. Liz só passou a dormir a noite inteira aos 3 anos.
Na semana em que Liz completou um ano, Lívia perdeu o emprego. Foi nesse momento que recebeu o diagnóstico de depressão pós-parto. "Eu só queria ficar deitada e chorando. Não queria estar perto da minha própria filha. Foi aí que entendi que precisava de ajuda", conta a advogada que mora em Santos (SP).
Por Que o Apoio Psicológico no Puerpério É Essencial?
Lívia destaca que a experiência mostrou a importância do acompanhamento psicológico tanto na gestação quanto no pós-parto. "Hoje tenho clareza de que esse suporte era essencial, mas eu não tive", reflete. Sua história reforça que a depressão pós-parto é uma condição médica séria e que buscar ajuda é fundamental.
- Lívia, 37 anos, foi diagnosticada com depressão pós-parto quando Liz completou um ano.
- Durante a gravidez, enfrentou colo do útero curto e risco de parto prematuro.
- Passou por cerclagem e repouso da 24ª à 36ª semana.
- Liz teve cólicas intensas e alergia à proteína do leite.
- A menina só dormiu a noite inteira aos 3 anos.
- Lívia perdeu o emprego na mesma semana do aniversário de um ano de Liz.
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