Qual é o novo exame incluído no SUS para o câncer colorretal?

O Ministério da Saúde adicionou o teste imunoquímico fecal (TIF) ao SUS. O exame detecta sangue oculto nas fezes — um sinal precoce do câncer colorretal — sem a necessidade de nenhum procedimento invasivo.

Quem tem direito ao exame gratuito?

Homens e mulheres de 50 a 75 anos sem sintomas de câncer colorretal fazem parte do grupo-alvo do rastreamento. A ideia é alcançar pessoas aparentemente saudáveis que estão na faixa etária de maior risco.

Por que o rastreamento precoce é tão importante?

O câncer colorretal é um dos mais comuns no Brasil. Quando diagnosticado em estágio inicial, as chances de cura são muito maiores. O teste imunoquímico fecal facilita esse diagnóstico precoce porque pode ser realizado em casa, sem precisar de colonoscopia ou preparo intestinal, o que reduz a resistência da população ao exame.

Como funciona o teste imunoquímico fecal?

O paciente coleta uma amostra de fezes em casa e a entrega na unidade de saúde. O teste utiliza anticorpos para identificar hemoglobina humana nas fezes. Caso o resultado seja positivo, o paciente é encaminhado para investigação complementar, que pode incluir colonoscopia. Para visitantes estrangeiros que residem no Brasil com CPF e cadastro em uma UBS, o acesso ao SUS é garantido pela legislação brasileira.

Como conseguir o exame?

Procure a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima da sua casa e informe que se enquadra na faixa etária elegível. A disponibilidade pode variar por município, mas a inclusão no SUS significa que o exame deve ser gradualmente disponibilizado em todo o país.

Pontos-chave:
  • Exame incluído: teste imunoquímico fecal no SUS.
  • Público-alvo: homens e mulheres de 50 a 75 anos sem sintomas.
  • Objetivo: rastreamento precoce do câncer colorretal.
  • Método: coleta de fezes em casa, sem procedimento invasivo.
  • Responsável: Ministério da Saúde do Brasil.