O que é o Pode Falar e quem pode usar?

O Pode Falar é uma plataforma de acolhimento, escuta qualificada e orientação em saúde mental voltada para jovens de 13 a 24 anos. O serviço é fruto de parceria entre o Ministério da Saúde e o Unicef para fortalecer o cuidado em saúde mental dentro do SUS.

Como acessar pelo Meu SUS Digital?

Abra o aplicativo Meu SUS Digital (disponível na App Store e no Google Play), vá até a área de miniapplicativos e selecione Pode Falar. O serviço funciona de segunda a sábado, das 8h às 22h (horário de Brasília). O primeiro contato é feito via chatbot, e a conversa pode ser encaminhada para atendimento humano conforme a necessidade ou o desejo do usuário.

O atendimento é sigiloso?

Sim. O usuário pode optar por ser atendido de forma anônima. A plataforma também disponibiliza conteúdos acessíveis sobre saúde mental para ajudar o jovem a compreender melhor suas emoções.

Como funciona a triagem de risco?

Uma ferramenta de inteligência artificial analisa as mensagens dos usuários na fila de espera. Ao identificar indícios de risco elevado, o sistema envia um alerta imediato à equipe, garantindo que esses casos sejam priorizados.

Quem realiza os atendimentos?

Os teleatendimentos são realizados por estudantes de graduação e pós-graduação em psicologia, medicina e educação, sob supervisão de professores. Eles recebem formação contínua e seguem protocolos específicos para cada situação.

Qual é a expectativa de crescimento?

Atualmente a plataforma realiza cerca de 1.100 atendimentos por mês. Com a integração ao Meu SUS Digital, o Ministério da Saúde espera alcançar aproximadamente 11.000 atendimentos mensais.

Quando buscar atendimento presencial?

Quando o sofrimento psíquico for persistente ou afetar a rotina, os estudos, o trabalho ou as relações, procure uma Unidade Básica de Saúde (UBS). O SUS oferece cuidado integral com encaminhamento à atenção especializada quando necessário.

Pontos-chave:
  • Faixa etária: 13 a 24 anos
  • Acesso: app Meu SUS Digital (App Store e Google Play)
  • Horário: segunda a sábado, 8h às 22h (Brasília)
  • Atendimento pode ser anônimo
  • Meta: de ~1.100 para ~11.000 atendimentos/mês
  • IA prioriza casos de alto risco na fila de espera
  • Parceria Ministério da Saúde e Unicef